O Governo Federal vive em constante conflito com os índios brasileiros, principalmente no que se refere as delimitações territoriais das reservas, bem como a utilização das mesmas. O assunto veio à tona pela agressão sofrida por um engenheiro durante uma manifestação.
Os portugueses massacraram os Índios, os escravizaram e os destituíram de toda e qualquer qualidade humana, tratando-os como animais. Isso lá nos idos do descobrimento e alguns séculos posteriores. Não só os portugueses, mas os espanhóis também, diga-se de passagem.
O governo brasileiro tenta retratar-se pelas injustiças sociais, cedendo-lhes parte das terras que foram sonegadas, bem como instituindo vagas raciais nas universidades federais. "Ah, mas antes toda a terra era deles". Não, não era. Eles não tinham este domínio sobre a terra, ela era de todos, assim como a natureza manda.
Naquela época os índios eram cerca de dois milhões no Brasil, hoje somam, pelas estatísticas do IBGE, cerca de 700 mil, com uma área total de terra de 105 milhões de hectares, ou seja, cerca 12,5% de todo o território nacional. Essa área é maior que países como Espanha e Inglaterra, por exemplo.
O niilismo da situação constrói-se assim: Nada nunca vai reverter o mal que os índios sofreram. Nada nunca vai reverter o mal que o povo brasileiro sofreu. Nada justifica a agressão do engenheiro. Cabe somente a nós (todos) fazer um país melhor. O problema é o jogo de importância e de interesses, e aí entram os grandes orizicultores (arrozeiros) da região na jogada, querendo desmatar, desterrar e lucrar.†

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